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Prefeito da Capital participa de reunião com diretoria do Sindilojas Porto Alegre

O Sindilojas Porto Alegre recebeu nesta terça-feira (6) o prefeito municipal de Porto Alegre, Nelson Marchezan Jr., que falou sobre assuntos do interesse dos lojistas durante a reunião de diretoria da Entidade. Foram abordados temas como a situação das finanças da cidade, combate ao comércio informal, segurança, desestatização, participação, educação e saúde. Além dele, participaram os vereadores Moisés Barbosa (PSDB), Mauro Pinheiro (REDE) e Idenir Cecchim (PMDB), o secretário da Fazenda de Porto Alegre, Leonardo Busatto, e o secretário da Segurança da Capital, Kleber Senisse.

O presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruse, começou a reunião ressaltando a importância de as Entidades serem participativas e atuantes para cobrar e fazer ações que visam uma melhora para a cidade como um todo. “Estamos sempre nos empenhando e nos colocando à disposição da Prefeitura, porque temos o mesmo objetivo, que é o de transformar a Capital. Por isso estamos aqui, para que você apresente as ações da prefeitura e ouça as demandas dos lojistas, porque trabalhamos para o nosso associado e para a sociedade como um todo”, explicou.

Segundo o prefeito Nelson Marchezan Jr., essa gestão impõe desafios que não são apenas financeiros, mas estruturais, por isso, conta com o apoio e cobrança das entidades para conseguir governar e tomar medidas de longo prazo: “Eu preciso que vocês me imponham medidas que sejam grandes, com grandes desafios. A prefeitura precisar fazer tudo que é necessário, como por exemplo diminuir as despesas. Não há como Porto Alegre ser um lugar bom para viver fazendo as mesmas coisas dos últimos 15 anos”.

Sobre o combate ao comércio informal, uma das bandeiras do Sindilojas Porto Alegre, o secretário da Segurança da Capital, Kleber Senisse, afirmou que estão sendo trabalhadas ações conjuntas entre diversos agentes de segurança e entidades, para existirem ações que ataquem a “raiz do problema” na cidade. “Este comércio irregular é gerido por grupos organizados e facções, com financiamento internacional. O ano de 2017 serviu para entendermos o funcionamento do comércio informal, com a intenção de sanarmos o problema com medidas definitivas”, afirmou.